segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Não se deveria amar...

...sem realmente saber o que é o amor. Ou pelo menos não se deveria conceituar o amor de uma forma tão diferente das realidades vividas. Hoje falo aqui como uma pessoa intrigada, triste e desiludida.

Onde está o amor dos poemas, contos, filmes e canções? Quem criou esta fábula amorosa intangível e insuportável de constantemente se buscar, se querer e se frustrar com o vácuo da realidade?

O que é o amor, na verdade? Sem fantasias e sem ideais. O amor real, o possível, sem ser eterno, sem ser perfeito, sem ser maior que tudo. Aquele do dia-a-dia, da escova de dente, das contas no final do mês, do bebê chorando, compras de supermercado, das festas de família e coisas a fim. Onde está que está tão distante, escondido, esquecido? Quais são os segredos e perícias para dominá-lo e vivenciá-lo até o osso, até o toco e ser feliz?

Acaba que a gente não fica nem lá nem cá. Não encontra o amor poético e idílico, nem se conforma com o cotidiano do eu te amo, querida, boa noite, apaga a luz. Não encontro a resposta que me intriga e começo a acreditar que a mesma não existe e automaticamente me ponho a pensar: PQP, q m... é essa? Sacanagem, meu!

Será que sou eu o problema? A incompetência de amar e respeitar até que a morte nos separe é responsabilidade minha? Quem encontrou que, por favor, me ilumine e guie. É uma questão de saúde mental e física. De desespero e desconsolo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Morreu feliz?

Quem sou eu para dizer o que faz quem feliz, mas me intriga realmente: morreu feliz, completa, realizada? Jovem, eu diria. Mas de que adianta uma longa vida chata e vazia? E de que adianta uma realização tão breve e efêmera?


Dois lados de uma mesma moeda, talvez...


http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1410610-5602,00-BRASILEIRA+QUE+MORREU+NO+GABAO+PODE+TER+CONTRAIDO+MALARIA+ANTES+DE+EXPEDICA.html

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Monogamia: uma (boa) escolha?

Vivemos em uma sociedade ocidental contemporânea monogâmica, ok? Ok. Até aí, tudo bem. Mas isso é um tratado social, não necessariamente uma questão biológica como os pingüins, por exemplo.
Aí pergunto: não sendo uma questão natural, por que inventaram a tal monogamia?
Podem vir vocês com a teoria da certeza da paternidade para a garantia de que a herança iria para seus descendentes e somente eles, mas é muito sacrifício para pouca coisa.
Pensemos: quando foi estabelecida a tão famosa e almejada monogamia? Trocentos anos atrás, quando não havia teste de DNA e tals? Quando as pessoas viviam trinta anos? Aí dá, né? Mas hoje? Neguinho vivendo livre, leve e solto até os oitenta anos (e dá-lhe pilulazinha azul) passar a viva INTEIRA com a mesma pessoa é pedir demais.
Antigamente o divórcio vinha em forma de tuberculose, cirrose e guerra. Hoje estas as coisas estão mais controladas, o que aumenta naturalmente a expectativa de vida e por conseguinte, a vontade de ter algumas pessoas nas nossas vidas e não somente UMA.
O famoso e popular livro cristão diz que devemos nascer, crescer e multiplicar e para isso as convenções sociais estabelecem que devemos casar. Casar? Casar é somente uma questão documental, de novo uma questão de herança. Bem, tem os filhos, mas filhos são filhos e se não forem “protegidos” pelo casamento ainda temos os testes citados lá em cima e as respectivas leis.
Aí vem a questão de ter uma família, uma micro-estrutura social que dê sustentação e base para a formação de um ser. Mas podemos ter família sem necessariamente abrir mão de experiências afetivas fora dela. É como passar a vida inteira tendo um amigo só. Ninguém morre por isso, mas tem a vida significantemente limitada.
O que acontece, no frigir dos ovos, é que a vida fica restrita e aos poucos de duas uma: ou a pessoa vaza pelas beiradas ou começa a experimentar uma leve frustração e sensação de prejuízo (com tanta gente por aí, eu aqui no mesmo poleiro por toda a minha vida).
Não defendo aqui a poligamia, nem a monogamia, a abstinência sexual ou afetiva. Defendo o bom senso e a liberdade de escolha. Seja fiel e monogâmico se seu coração lhe pedir isso. Seja solteiro e feliz se seu corpo assim o quiser. Seja só, e totalmente livre (pois me parece que é somente só que se pode ser totalmente livre), se tiver a estrutura emocional para sobreviver a isso. Ou seja, faça suas próprias escolhas.

Sorte dos pingüins...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sacaneei

Olha que fenômeno interessante: quando a gente pensa que a humanidade não pode evoluir mais!

FRAMENGUISTAS COMPRANDO COISAS. Isso é novo. E eu que achava que eles só sabiam roubar (sem preconceito, gente)!

HAHAHAHAHAHAHA. Peguei pesado! Acho que vou dedicar esta semana inteirinha ao futebol, em especial à GRAAAAAAAANDE NAÇÃO RUBRO-AFRO-DESCENDENTE.


http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1399372-9827,00-FLAMENGO+ANTECIPA+VENDA+DE+INGRESSOS+PARA+ESTA+QUARTAFEIRA.html

Obs.: observem que a arquibancada é mais cara que a cadeira. Só no RJ mesmo!